Há falta de mão de obra qualificada no setor da metalomecânica no Tâmega e Sousa

Há falta de mão de obra qualificada no setor da metalomecânica no Tâmega e Sousa

Esta quarta-feira, realizou-se mais uma edição do Business Sunset, promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa. O tema de conversa entre empresas e empreendedores foi a metalomecânica e, desta, sobressaiu a conclusão de que há falta de mão de obra qualificada para o setor.

Estiveram três oradores expuseram a sua perspetiva sobre o tema, nomeadamente a perspetiva empresarial pela administradora da AMC – Alexandrino Matias & Cª SA, Alexandra Matias; a associativa, pela diretora-geral da AIMMAP – Associação dos Industriais Metalúrgicos e Metalomecânicos e Afins de Portugal, Mafalda Gramaxo; e a formativa, pelo diretor do Núcleo de Amarante do CENFIM- Centro de Formação Profissional da Indústria Metalúrgica e Metalomecânica, José Silveira.

Telmo Pinto, da CIM do Tâmega e Sousa, explicou que deste encontro sobressai o facto de que “há falta de mão de obra qualificada e que, a solução apresentada, será apostar na tecnologia, para que as empresas possam produzir mais e com menos recursos humanos, pois sem eles a formula é a tecnologia, a máquina é um auxiliar do ser humano”. 

Desta necessidade ficou o repto de “mais qualificação para responder aos desafios deste setor e da sociedade em geral. Pode ser um caminho a seguir”, adiantou Telmo Pinto. A escola SENFIM foi uma das soluções apresentadas, pela qualificação que dá aos jovens da região e que “dá às empresas mão de obra qualificada. A  formação profissional é importante, a economia e os jovens é de toda a sociedade tem de ser partilhada”, constatou.

Foi ainda mencionado que a metalomecânica é “um dos principais motores da economia nacional, quer em volume de negócios, quer em exportações, mas sobretudo pelo seu valor acrescentado bruto”. 

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