Assembleia da República reconhece reivindicações do Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa

Assembleia da República reconhece reivindicações do Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa

Depois de Telmo Pinto,  Primeiro-Secretário da CIM do Tâmega e Sousa, ter levado até à  audição pública das entidades intermunicipais sobre o Programa Nacional de Investimentos 2030 (PNI 2030) vários problemas de infraestruturas da região, parece que as suas reivindicações foram reconhecidas na Assembleia da República.

O Primeiro-Secretário da CIM recomendou ao Governo que tivesse em consideração as propostas que constam do relatório do Grupo de Trabalho – Programa Nacional de Investimentos 2030 aquando da análise dos investimentos estratégicos que o País deverá lançar para o período 2021-2030. Recomendação esta que passou a constar da Resolução da Assembleia da República n.º 154/2019.

Entre as reivindicações de Telmo Pinto estão muitos dos temas que têm sido alvo de debates há anos, como:  a nova Linha Ferroviária do Sousa (que ligaria Felgueiras-Paços de Ferreira- Lousada-Paredes-Valongo) e a reabilitação da Linha Ferroviária do Tâmega (Livração (Marco de Canaveses) – Amarante), ambas também identificadas no PNI 2030, no Programa de Eletrificação e Reforço da Rede Ferroviária Nacional, a ligação rodoviária entre Baião e a Ponte da Ermida (Resende), a reabilitação da EN320 entre o Marco de Canaveses e Cinfães, a ligação rodoviária entre Castelo de Paiva e Vila Nova de Gaia (A32) e a dinamização e modernização da Autoestrada Fluvial do Douro, igualmente prevista no PNI 2030, nos projetos para o subsetor marítimo-portuário.

Mas há outras prioridades que se foram juntando a estas e que estão agora na  Resolução da Assembleia da República n.º 154/2019, sendo elas a construção do IC35 – Penafiel/Entre-os-Rios, integrado no Programa de Construção de Missing Links, a ligação do Parque Empresarial de Celorico de Basto à A7, inserida no Programa de Valorização das Áreas Empresariais (PVAE) – Fase II, e a eletrificação da Linha do Douro (Marco de Canaveses – Régua), do Programa de Eletrificação e Reforço da Rede Ferroviária Nacional.

Recorde-se que o PNI2030 incluiu, no eixo de mobilidade sustentável e transportes públicos, a promoção da mobilidade elétrica, contribuindo para a descarbonização da sociedade, e de soluções inovadoras e inteligentes de mobilidade urbana, nomeadamente através da construção de interfaces rodoviárias.

A eficiência energética e o reforço da sua produção, através da aposta em energias de fontes renováveis, assim como  a gestão de recursos hídricos e a gestão de resíduos, com um programa de promoção da eficiência da utilização de recursos na transição para a economia circular, são também uma aposta no PNI2030.

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