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Bloco de Esquerda foi a Resende “Ouvir quem cá vive” e falar sobre os direitos das mulheres

Bloco de Esquerda foi a Resende “Ouvir quem cá vive” e falar sobre os direitos das mulheres

No dia 4 de agosto, o Bloco de Esquerda do distrito de Viseu foi até à Casa do Povo de Resende para “OUVIR QUEM CÁ VIVE”, uma iniciativa que visa debater temas que se centram nas preocupações do partido.

O tema que esteve em cima da mesa em Resende foi os direitos das mulheres do interior. O evento contou com a presença de Bárbara Xavier (primeira candidata Bloco de Esquerda pelo Distrito de Viseu), Rita Diogo (segunda candidata Bloco de Esquerda pelo Distrito de Viseu) e de Manuela Antunes (Núcleo de Viseu da União das Mulheres Alternativas e Resposta).

Segundo comunicou o BE, a tertúlia correu de forma “extremamente positiva”. A participar estiveram cerca de 60 pessoas que participaram ativamente durante duas horas na conversa.

Esta sessão pública foi divulgada junto da população do concelho de Resende, explicando-se a importância do debate, troca de ideias e participação de todas e de todos. “O público presente era completamente heterogéneo, tanto em termos de faixas etárias, desde os 13 até aos 75 anos, como em termos de formação académica, desde docentes do ensino superior até pastoras e agricultoras, havendo ainda pessoas empregadas e desempregadas, o que reforçou o objetivo da sessão”, explicou o BE satisfeito com o rescaldo que fizeram do evento.

Várias foram as temáticas abordadas sobre a vida das mulheres no interior, nomeadamente as vicissitudes da desigualdade de género no trabalho, nas condições de vida, em casa e na sociedade.

“De facto, todas e todos concordaram com o facto de as mulheres serem mais vulneráveis a situações de desemprego ou emprego precário, são muitas vezes sujeitas a condições mais precárias de sobrevivência e de maior risco de pobreza, estão sobrecarregadas pelas tarefas domésticas o que limita a sua liberdade, estão expostas a ideias conservadoras e estereotipadas e, por isso, também mais sujeitas a situações de assédio”, anota o BE.

A violência doméstica foi um dos temas abordados, assim como a dificuldade de acesso ao emprego qualificado. “As mulheres em Portugal têm um nível de qualificação muito elevado mas permanecem vedadas a uma série de oportunidades, foi também uma preocupação debatida”, concluiu o partido.

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