Paredes: Autarquia cria comissão para acompanhar obras na ETAR da Arreigada

Paredes: Autarquia cria comissão para acompanhar obras na ETAR da Arreigada

No dia 23 de julho, várias entidades da câmara municipal de Paredes, entre elas o presidente da autarquia local, Alexandre Almeida, realizaram uma visita guiada às obra de ampliação e reabilitação da ETAR de Arreigada.

Para as entidades presentes no local, este encontro mostrou-se ser “de grande importância para o futuro”, tendo em conta os últimos constrangimentos verificados na cidade de Lordelo a nível da “água do rio e dos maus cheiros”.

A fim de serem encontradas soluções para minimizar os efeitos da empreitada, o presidente da câmara propôs a constituição de uma Comissão de acompanhamento, formada pelos presidentes de Junta de Freguesia de Lordelo e Frazão/Arreigada e um técnico do Município de Paredes e um técnico do Município de Paços de Ferreira e da Associação Ambiental “Moinho” de Lordelo.

“Esta comissão terá como missão monitorizar a situação de Rio Ferreira, podendo a qualquer momento efetuar visitas ao local da obra, sempre que entender necessárias,  sem prejuízo de reportar todas as situações que considere pertinentes às entidades ambientais competentes, nomeadamente APA e SPNA”, explicou a autarquia através de um comunicado de imprensa.

O Município de Paredes, em parceria com a Junta de Freguesia de Lordelo, e com o conhecimento da APA, vai proceder a algumas intervenções de carácter imediato no Rio Ferreira, de modo a minimizar os efeitos da poluição ambiental. Estas intervenções passam por promover a circulação da água, evitando a sua estagnação.

As previsões apontam para que as obras estejam concluídas no final de setembro. Nesta reunião foi frisada a necessidade das entidades ambientais acompanharem, até lá, o processo, sendo que o município de Paredes garantiu “defender o Rio Ferreira”. Nesta reunião verificaram ainda a redução do caudal do Rio Ferreira como é comum no período de verão.

A conclusão desta obra, no que diz respeito ao sistema de tratamento biológico das águas residuais, está prevista para setembro de 2019 e que estas entidades esperam que coloque fim a um problema com “mais de 27 anos e que irá potencializar as condições de despoluição do Rio Ferreira”, como explicou a autarquia local.

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