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MIMO Festival Amarante com programa que contempla várias artes

MIMO Festival Amarante com programa que contempla várias artes

É já na próxima sexta-feira, dia 26 de julho, que arranca mais uma edição do MIMO Festival Amarante. Até ao domingo seguinte, o Parque Ribeirinho vai transformar-se em palco para receber uma série de concertos. Porém, apesar de ser a espinha dorsal do evento, este vai muito para além da música, estando programadas outras atividades de caráter cultural no Museu Amadeo de Souza-Cardoso e nas ruas da cidade.

Relativamente à música, diversidade é o que não falta ao cartaz prima, tanto em termos de estilos, como de nacionalidades. Portugal, Brasil, Cabo Verde, Nigéria e Mali são alguns dos países representados, cujos artistas vão trazer nas respetivas bagagens estilos para todos os gostos – rock, hip-hop, rap, funk, jazz e até música tradicional da Palestina.

A expetativa do público para os concertos que se avizinham é alta, dado que, no Parque Ribeirinho, vão subir ao palco artistas como Samuel Úria, Rubel ou Stereossauro – que convida Camané e Capicua para o respetivo espetáculo. A estes, juntam-se muitos outros, como pode comprovar no cartaz disponível na página oficial do festival.

Músicos amadores viram estrelas junto dos ‘grandes’

A par dos concertos dos músicos mais consagrados, a edição 2019 do MIMO Festival Amarante vai promover durante os três dias do evento o Prémio MIMO de Música. Esta iniciativa tem por objetivo valorizar artistas de todo o país no campo da composição, originalidade, técnica e estética musical, em trabalhos autorais ou não, e ainda proporcionar a descoberta de novos talentos.

Eram muitos concorrentes a concurso e terminou a 20 de julho a votação online para apurar os vencedores, que foram anunciados no passado domingo. Chico da Tina, diminutivo de “Francisco da Concertina”, foi o artista mais votado, pelo que, às 20 horas de sábado, vai partilhar o palco com Criolo, Seun Kuti & Egypt 80, Samuel Úria e DJ Ride. Chico da Tina vai ainda ter a oportunidade de se juntar ao MIMO Festival no Brasil, em outubro.

Já o Prémio MIMO Revelação foi atribuído a Russa, rapper que se destacou em 2018, após editar um dos primeiros álbuns de trap consciente em Portugal: “Catarse”. A jovem recebe como prémio a gravação e edição de um EP, a ser lançado pela Valentim de Carvalho, uma das parceiras da iniciativa.

Concerto na Casa da Juventude serve de aperitivo para a festa

A par do MIMO, a Casa da Juventude de Amarante recebe, entre os dias 23 e 29 de julho, a segunda de três etapas do Bandcamp, programa que promove o intercâmbio de jovens músicos europeus.

A primeira etapa da iniciativa teve lugar na Alemanha, em fevereiro, e a última vai realizar-se na Eslovénia, em outubro. São 30 os jovens destes dois países e de Portugal a integrar o projeto, que tem como mote criar e produzir música em conjunto, partilhá-la através de concertos ao vivo e divulgá-la após gravação em estúdio.

Do programa de atividades a realizar em solo amarantino, destaque para o concerto ao vivo gratuito que vai acontecer na Casa da Juventude de Amarante na próxima quinta-feira, dia 25 julho, a partir das 21h30.

Exposição de pintura leva festival ao Museu Municipal

À margem dos concertos, depois do sucesso da exposição “Os Modernistas” em 2018, a organização volta a apostar na mesma vertente com a mostra “Abstração – Arte Partilhada Coleção Millennium BCP”. Composta por mais de 30 obras de 18 autores nacionais e internacionais, a exposição vai estar patente no Museu Amadeo de Souza-Cardoso durante o festival.

Ruas de Amarante pintam-se a rigor graças ao Projeto Rua

A programação do MIMO fica completa com o projeto RUA – Revitalização Urbana de Amarante, que lança o desafio a vários artistas plásticos em desenvolver a ação “Mimo, a minha cidade”.

Inspirado no estatuto de Amarante como “Cidade Criativa da UNESCO”, este projeto pretende levar os artistas a participar num concurso de ideias para a criação de um roteiro artístico ilustrado nas normas dos estabelecimentos comerciais. Regendo-se pelo tema “Músicas do Mundo” e tendo como referência a origem/história de estilos musicais de diferentes continentes, esta iniciativa pretende que as intervenções sigam o fio condutor do evento e convidem os transeuntes a percorrer as ruas onde vai incidir a ação.

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