Ministro Eduardo Cabrita alertou autarcas da região que estão “na pior fase da descentralização de competências”

Ministro Eduardo Cabrita alertou autarcas da região que estão “na pior fase da descentralização de competências”

Os municípios do Tâmega e Sousa aceitaram, em diversas e variadas áreas, a descentralização de competências. Para o , Eduardo Cabrita, este é o “maior desafio de reforma de Estado” e a fase atual em que cada autarquia se encontra é “a mais difícil de todas”.

O alerta foi deixado aos autarcas aquando da reunião com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM), na passada terça-feira, dia 25 de junho, na sede da CIM, em Penafiel.

“Depositamos a confiança de que localmente se decide melhor, com maior eficácia, e agora estamos na fase mais difícil, que é testar o impacto do trabalho”, realçou o ministro. A descentralização de competências acarreta também para os autarcas da região, e do país, “mais responsabilidade sobre as suas decisões”. 

Os autarcas da CIM e o Governo mostraram-se concordantes com o facto de que as características da região exigem esforços redobrados e trabalho em equipa. “Esta CIM tem características muito peculiares, com zonas muito rurais, a norte e a sul do rio Douro, outras com mais industrializadas, é a CIM a quem toca o maior número de distritos (Braga, Aveiro, Porto, Viseu) do que qualquer outra do país, o que exige mais esforços conjuntos”, concluiu o ministro.

O presidente da CIM-TS, Armando Mourisco, voltou a mostrar a sua satisfação para com a descentralização de competências que, a seu ver, “demonstra a confiança que o Governo tem nos município”. 

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