CIM Tâmega e Sousa lança repto para um grande investimento na região

CIM Tâmega e Sousa lança repto para um grande investimento na região

O secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, marcou presença esta quinta-feira na Casa das Artes em Felgueiras e garantiu que “o que é Português é bom”, e ainda que o “made in Portugal” é  uma realidade que pauta o século XXI.

O governante falava durante um seminário promovido pela Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, durante o dia de ontem, 27 de junho, que assinalou o fim do projeto ‘Tâmega Sousa Internacionaliza’.

“Do Tâmega e Sousa para o mundo: o desafio da internacionalização” foi o tema de conversa que pautou o dia, com diversos oradores a dar o seu testemunho, perante uma plateia composta por entidades, empresários e muitos jovens, culminando o evento com a apresentação do Atlas de Internacionalização do Tâmega e Sousa.

Segundo Eurico Brilhante Dias, o desafio atual é “arranjar mais empresas exportadoras, garantir mais crescimento do número de exportações das indústrias portuguesas, assim como apostar na inovação, no design, na marca e na logística”, é a chave para o futuro das empresas.

Luís Castro Henriques

A notícia do dia foi anunciada por Luís Castro Henriques, presidente da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, ao revelar que “nunca foram feitos tantos investimentos estrangeiros em Portugal”. Quem não deixou escapar o momento foi Telmo Pinto, secretário geral da CIM do Tâmega e Sousa, que lançou o repto para que um desses grandes investimentos fosse feito na região do Tâmega e Sousa.

“As empresas da região têm-se empenhado na internacionalização mas ainda há muito trabalho a fazer, sobretudo em rede”, avançou Telmo Pinto.

Telmo Pinto

‘Atlas é um documento estratégico’

O  “Atlas de Internacionalização do Tâmega e Sousa” é uma publicação editada pela CIM do Tâmega e Sousa que pretende ser uma ferramenta de trabalho para apoiar os empresários e as empresas nas suas decisões e estratégias de internacionalização.Esta ação é destinada aos atores públicos e privados do Tâmega e Sousa e a todos os interessado na temática.

De uma forma organizada e concisa, “este atlas será a ferramenta ideal para o crescimento das exportações”, referiu José Marques da Silva, membro da empresa Finance XXI, entidade que desenvolveu este documento. Com este atlas, pretende-se chegar aos principais interessados, que são as empresas e os empresários. “É com esses que temos de produzir um trabalho de proximidade. Queremos que este seja um ciclo disruptivo, transformado para o futuro e capaz de trazer riqueza para o território”, revelou José Marques da Silva.

José Marques da Silva

Luís Castro Henriques afirmou ainda que Portugal, à qual a região do Tâmega e Sousa não é exceção, possui mão de obra “excelente, e essa é uma moeda fundamental no mercado. Os nossos jovens são do melhor, falam duas línguas, o que denota que não têm medo do mercado internacional, temos grandes centros de inovação e, por isso, as empresas têm todas as condições necessárias para se instalarem em Portugal”. Tendo em conta todo o potencial de Portugal, os oradores constataram que o país tem os fatores chave para atrair empresas no século XXI, assim como se internacionalizar.

A par disso, ficou o conselho aos presentes neste seminário que a maior preocupação deve centrar-se na qualidade dos produtos e, depois, garantir que os produtos cheguem ao mercado com notoriedade.

O seminário “Do Tâmega e Sousa para o mundo: o desafio da internacionalização” foi promovido pela CIM do Tâmega e Sousa em parceria com o Conselho Empresarial do Tâmega e Sousa, Ader-Sousa, Dolmen, Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Politécnico do Porto, e é cofinanciado pelo Norte 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

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