Região do Tâmega e Sousa é segura mas violência doméstica continua no centro das preocupações

Região do Tâmega e Sousa é segura mas violência doméstica continua no centro das preocupações

A região do Tâmega e Sousa “acompanha a tendência do país no que respeita à segurança, tendo em conta que Portugal é um dos países da União Europeia mais seguro”, afirmou ontem o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, na reunião com a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM-TS).

Segundo os dados recolhidos desde 2009, “a criminalidade no território tem vindo a decrescer”, mas a situação da violência doméstica na região “não pode ser ignorada”, disse o governante.

Também Armando Mourisco, enquanto presidente da Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa assinalou a preocupação “com toda a criminalidade que tem vindo a acontecer, especialmente a ligada à violência doméstica”. Por isso, segundo o autarca, “é que foi assinado o protocolo de parceria entre a CIM e a Secretaria de Estado da Cidadania e Igualdade, e estão a ser implementados também gabinetes de apoio à vítima nos municípios”.

Para Eduardo Cabrita e Armando Mourisco,  o decréscimo dos números de criminalidade na região é algo de positivo a assinalar, mas garantem que “a violência doméstica é e continuará a ser um dos temas que requer especial atenção”. 

Destacaram ainda que o aumento das denúncias relativas a este tipo de violência” pode ser um sinal de que as pessoas estão mais sensibilizadas para o fazer, o que já de si é um passo importante para se impedir finais mais trágicos”, rematou Armando Mourisco.

 

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