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Margarida Madureira vem da Holanda para atuar no Festival de Jazz de Marco de Canaveses

Margarida Madureira vem da Holanda para atuar no Festival de Jazz de Marco de Canaveses

Margarida Madureira é natural de Vila Boa do Bispo, uma freguesia do concelho de Marco de Canaveses. Apaixonada pela música desde tenra idade, a jovem, atualmente com 20 anos, estuda no Conservatório de Amesterdão, na Holanda. É uma das vozes que vai levar o Jazz esta noite ao Jardim Municipal de Marco de Canaveses.

Classifica-se como “uma pessoa ligada às artes em geral e à sua história”, uma vez que, para além da música também gosta de pintura. No entanto, a sua verdadeira paixão é a criação. Em Marco de Canaveses frequentou as escolas artísticas Movimentos e Variações e Artâmega, passando também pelo Conservatório de Música do Porto. “Participei em várias masterclasses e estágios de orquestra pelo país, que me fizeram aprender muito enquanto violinista”, afirmou.

Após se aperceber que o violino “não seria bem o caminho a seguir”, a jovem marcoense começou a dedicar-se às aulas de canto, inicialmente lírico e posteriormente o jazz, ambas como passatempo. “Quando conclui o oitavo grau de música clássica, a tocar violino, e a ter o meu primeiro ano de aulas de canto, rendi-me ao jazz”, confessou.

Foi então que surgiu a oportunidade de ingressar pela vida da música, mas fora do país. Motivada pela “professora e amiga” Raquel Martins, a jovem música fez a prova para o Conservatório de Amesterdão, tendo conseguido entrar. Há dois anos a frequentar esta escola, Margarida Madureira admite que o que mais gosta “é a aprendizagem de tudo em geral” e não apenas a relacionada com a música. “Aprender como viver sozinha num sítio diferente, com uma língua diferente e sem a família por perto. Aprender a viver o dia-a-dia e incluir todas as necessidades básicas, mas inconscientes até então”, descreveu.

Presença no Jazz no Jardim

Margarida Madureira atua hoje no evento ‘Jazz no Jardim’. O convite surgiu da autarquia marcoense, organizadora do evento. Quando questionada sobre a sensação de atuar na terra natal, a jovem música classifica-a como “ótima e inesperada”, garantindo que fica “contente por terem pensado e avançado com este festival”.

“É um prazer poder partilhar aquilo que estou a aprender com as pessoas e o lugar que me viu crescer. Este concerto foi algo que preparei com dedicação, sendo fiel ao meu caminho. É um concerto que me deixou entusiasmada, mas ao mesmo tempo irrequieta por estar no meu sítio de origem”, sublinhou.

Margarida Madureira sobe ao palco do Jardim Municipal de Marco de Canaveses como voz dos “M.I Quartet”.

 

 

 

 

 

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