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Dolmen fechou com “chave de ouro” ações de benchmarking em Verin, Espanha

Dolmen fechou com “chave de ouro” ações de benchmarking em Verin, Espanha

A Dolmen realizou na passada sexta-feira, 7 de junho, mais uma ação de benchmarking a Verin, região de Ourense em Espanha, no âmbito do projeto “Economia Ativa no Douro Verde“.

Durante a manhã foi feita uma visita à Denominação de Origem Monterrei. Nessa mesma visita os participantes conheceram a sede do Conselho Regulador, seguindo-se uma visita ao Museu Claustro Mercedario, na cidade de Verin.

Lara da Silva, presidente do C.R.D.O. Monterrei, explicou que a entidade que dirige faz parte das cinco denominações de origem galega, no que diz respeito à vinicultura. São produtores de vinho e contam com a colaboração de 26 adegas. Em declarações ao Jornal A VERDADE adiantou que, no próximo ano, mais uma adega vai integrar a C.R.D.O Monterrei. “Temos atualmente 418 viticultores que contam com 579 hectares de produção”, expressou com orgulho Lara da Silva.

A Denominação de Origem Monterrei visa igualmente defender o consumidor e os associados, ao mesmo tempo que fazem a promoção e proteção dos vinhos. Tendo em conta que há um auge em termos turísticos, a entidade está também a criar outros projetos, como a Rota do Vinho de Monterrei, que pretende aliar a cultura e o património aos vinhos e à gastronomia da comarca.

Ainda de manhã os empreendedores e produtores do Douro Verde tiveram a oportunidade de visitar lagares rupestres e o Castelo de Monterrei. Da parte da tarde, foi feita uma visita à Verin Biocoop, uma sociedade cooperativa que aposta na criação de gado bovino através do modo de produção biológico.

Anabel da Costa Vasquez é uma das responsáveis da cooperativa e afirma que a produção biológica possui inúmeras vantagens. Desde logo, a do “respeito pelo meio ambiente, dos animais e da saúde dos humanos”. O comércio dos produtos biológicos e pela ecologia é uma área que terá futuro, afirmou Anabel da Costa Vasquez, uma vez que há cada vez mais sensibilização para os benefícios da alimentação biológica, a par da maior preocupação pela não utilização de plásticos, e a sua contaminação. Adiantou ainda que, “é a partir desta cultura, que se garante o futuro das próximas gerações”.

Elsa Pinheiro, coordenadora geral da Dolmen, fez um balanço positivo desta que foi a última ação de benchmarking integrada no projeto Economia Ativa no Douro Verde. “Num espaço curto, com produtores que trabalham em áreas muito pequenas, conseguem fazer a sua marca própria sobre o chapéu de Monterrei. Há exemplos de sucesso do trabalho em rede e este é um deles”, salientou.

A área da pecuária também demonstrou as boas práticas de associativismo, com cerca de 20 produtores que trabalham em conjunto, colocando e valorizando o seu produto no mercado. Estes foram dois “bons exemplos” do trabalho em rede para Elsa Pinheiro, tendo em conta que se “provou aos participantes que às vezes com menos pessoas, menos produtores, mas trabalhando em rede, consegue-se colocar o território no mapa”.

 

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