Presidente da Câmara de Cinfães revoltado com especulação relativa a investigação da Polícia Judiciária

Presidente da Câmara de Cinfães revoltado com especulação relativa a investigação da Polícia Judiciária

“Ninguém foi constituído arguido”. Estas foram as primeiras palavras do presidente da Câmara Municipal de Cinfães, Armando Mourisco, após a divulgação pública das investigações da Polícia Judiciária (PJ) ocorrida esta manhã na autarquia de Cinfães, uma das 18 câmaras alvo da investigação “Rota Final”.

Esta investigação foi organizada pela Diretoria do Norte e contou com o apoio de vários Departamentos de Investigação Criminal e da Diretoria do Centro e investiga, segundo a PJ, um alegado esquema fraudulento de contratação pública de transportes e no recrutamento de funcionários.

Sobre este assunto, Armando Mourisco confirmou que a PJ esteve na Câmara de Cinfães “à procura dos dossiers de contratação do serviço de transporte, nomeadamente escolar, referente a 2018”. No entanto, o presidente da câmara frisou que é importante alertar a população que “em cada concelho, há empresas de transporte mas que estas foram a concurso de concessão. Um concurso regular que é público e internacional, feito pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes”. 

Armando Mourisco disse ter ficado “surpreendido” que tivesse sido tornado público que “haveria uma investigação a 18 autarquias do Norte, entre elas Cinfães, mesmo antes da Polícia Judiciária chegar às autarquias”.

O autarca condenou assim o “alarido da comunicação social”, até porque foi adiantando que “já estavam pessoas constituídas arguidas quando não o estavam. Denota a maneira leviana de como tentam lidar com a democracia e o poder local”, referiu, lamentando que “ponham em causa o bom nome das pessoas”.

1 comentário

Deixar um comentário

O seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios marcados com um *

Cancelar resposta

1 Comentário

  • Alberto Almeida
    14 Junho, 2019, 2:14

    Afinal quem está a tornar Público o assunto em causa?

    REPLY