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Ensino: Escola Profissional de Arqueologia reforça referência a nível nacional

Ensino: Escola Profissional de Arqueologia reforça referência a nível nacional

A Escola Profissional de Arqueologia foi criada em 1990, resultado de um contrato programa celebrado entre o Gabinete de Educação Tecnológica, Artística e Profissional e o Instituto Português do Património Arquitetónico, em representação, respetivamente do Ministério da Educação e Ministério da Cultura.

A escola situa-se na aldeia do Freixo, Marco de Canaveses onde se encontra a Área Arqueológica do Freixo, sítio arqueológico classificado como Monumento Nacional. Facto que a torna interessante para a sua missão em formar profissionais direcionados à área de investigação arqueológica.

Desde 1990 que a EPA tem disponível o curso de assistente de arqueólogo, lançando anos depois o curso de técnico de património cultural – gestão e divulgação.

Mais tarde, surgem os cursos de assistente de conservação do património cultural, técnicos de museografia e gestão de património e ainda técnico de recuperação do património edificado.

Mais recentemente e com a implementação dos cursos vocacionais, a Escola Profissional de Arqueologia tem disponível para o 3º ciclo o curso de técnico operacional do património.

Além dos cursos profissionais, a escola promove Formações Modulares no âmbito do Património, em parceria com a Direção Regional de Cultura do Norte, realizadas num conjunto de monumentos tutelados por aquela instituição.

Os alunos chegam essencialmente do concelho de Marco de Canaveses, dos concelhos limítrofes e ainda em menor escala alunos de todo o país.

No início do ano de 2019, e por desafio do Ministério da Educação e do Ministério da Cultura, a Escola Profissional de Arqueologia vai dispor de para o ano letivo de 2019/2020 os cursos profissionais de Assistente de Arqueólogo, de Técnico de Animação e Turismo e o de Técnico de Fotografia, cursos profissionais que garantem o 12º ano e a certificação profissional, com uma enorme procura pelos empregadores dos diversos setores.

Além dos cursos profissionais, irá abrir também um curso CEF de Operador de fotografia, com duração de 1 ano, para conclusão do 9º ano.

Todos estes cursos são apoiados por fundos europeus, garantindo a todos os alunos as refeições, o transporte, o material escolar e alojamento para os alunos deslocados, bem como estágios profissionais em entidades públicas e privadas, de diversas áreas.

Paralelamente, desde o início de junho de 2019, a Escola Profissional de Arqueologia coordena a gestão e a dinamização da Área Arqueológica do Freixo e as ruínas da cidade romana de Tongobriga, numa clara aposta de revitalização de Tongobriga pela Direção Regional de Cultura do Norte.

Com este modelo e gestão, Tongobriga transforma-se ainda mais, numa verdadeira oficina conhecimento e aprendizagem, passando a Área Arqueológica do Freixo a disponibilizar uma diversidade de serviços educativos, bem como uma variada agenda de atividades, enriquecendo assim o panorama turístico-cultural a todos os visitantes deste espaço arqueológico único no norte de Portugal.

Para inscrições ou outras informações consultar as redes sociais da Escola Profissional de Arqueologia e presencialmente na Estação Arqueológica do Freixo – Tongobriga.

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