Camélias uniram municípios de Celorico de Basto e Cambados (Espanha)

Camélias uniram municípios de Celorico de Basto e Cambados (Espanha)

Foi oficialmente formalizado na passada quinta-feira, dia 30 de maio, o protocolo de geminação entre os municípios de Celorico de Basto e de Cambados (Pontevedra, Espanha). A cerimónia de assinatura do acordo, que promove o intercâmbio cultural, social, desportivo e económico entre as duas autarquias, realizou-se nos Paços do Concelho do Município de Celorico de Basto, tendo-se, de seguida, descerrado a placa evocativa do acontecimento.

Aquando da respetiva intervenção no evento, Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, elogiou o município com o qual celebrou o acordo: “uma terra que nos acolheu muito bem, onde contactámos com a sua realidade e efetivámos as muitas semelhanças com o povo Minho na alegria e na emoção da sua forma de viver”.

Apesar de reconhecer que “as camélias foram o principal elo de comunicação que despoletou” o protocolo, o autarca tem esperança de que a parceria se estenda a outras áreas. “Existem múltiplos fatores que nos unem, desde as camélias ao vinho, mas teremos a ousadia para ir muito mais além, quem sabe até, vinculados aos fundos comunitários. A proximidade geográfica é algo muito positiva para fortificar o intercâmbio cultural, desportivo, turístico e económico”, referiu.

A comitiva de Cambados foi liderada pela ‘alcadesa’ (termo espanhol que designa a diretora administrativa de um município) Fátima Abal Roma, que se mostrou satisfeita com o selar do acordo. “Estou muito orgulhosa por estar aqui e sei que será uma assinatura que irá materializar-se em algo concreto. Irá certamente desenvolver-se uma relação entre as duas vilas ao nível cultural, desportivo, económico e social”, assegurou.

A autarca revelou ainda que a Festa Internacional das Camélias, que se realiza em Celorico de Basto, desempenhou um papel chave na aproximação dos dois municípios: “o conhecimento desta festa, o gosto pelas camélias e por esta gente hospitaleira foram alguns dos motivos que nos levaram a querer conhecê-la pessoalmente e a celebrar este protocolo”.

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