Publicidade

banner-baiao-festas-700x259

PS de Lousada reforçou importância da memória do caminho para a liberdade

PS de Lousada reforçou importância da memória do caminho para a liberdade

Num jantar que contou com mais de 400 pessoas, no âmbito das comemorações do 25 de abril pelo PS de Lousada, não faltaram discursos que relembraram aos presentes a necessidade de permanecer viva a memória do percurso percorrido até atingir a liberdade e a democracia em Portugal.

O presidente da JS Lousada, Nuno Fernandes, iniciou os discursos apelando à “viva memória” da batalha pela liberdade em Portugal. A sala cheia em Ladares aplaudiu o jovem pela sua intervenção, tendo-se seguido outros intervenientes que salientaram princípios que defendem como “importantes” para a manutenção da democracia em Portugal.

Presidente da JS Lousada, Nuno Fernandes

Pedro Machado, presidente da câmara de Lousada, iniciou a sua intervenção relembrando alguns lousadenses que sofreram às mãos do regime fascista, várias formas de tortura e prisão por defenderem a liberdade de expressão e do pensamento.

Pedro Machado, presidente da câmara de Lousada

Cristina Moreira, vice-presidente da câmara, apelou à importância do voto nas eleições europeias que decorrem este mês de maio. Já o presidente da Concelhia, José Santalha, relembrou o passado de Lousada e aquilo que os cidadãos puderam beneficiar com a entrada de Portugal na União Europeia. Realçou a ajuda vinda dos fundos comunitários para infraestruturas que permitiram “a melhoria da qualidade de vida do concelho de Lousada”.

Cristina Moreira, vice-presidente da câmara

Presidente da Concelhia, José Santalha

1 comentário

Publicidade

banner-lousada-700x262

Deixar um comentário

O seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios marcados com um *

Cancelar resposta

1 Comentário

  • Joca
    13 Maio, 2019, 18:06


    tenho saudades do estaso novo, tanta promessa tanta mentira, quando ainda vivo numa freguesia sem saneamento básico e agua ao domicilio,
    Eu e familia não votamos, votar não é um dever cívico, mas sim um crime nacional.
    Viva Portugal.

    REPLY