Ministro Pedro Nuno Santos afirmou em Cinfães que ‘obras no litoral não se podem sobrepor ao IC35’

Ministro Pedro Nuno Santos afirmou em Cinfães que ‘obras no litoral não se podem sobrepor ao IC35’

No âmbito da inauguração oficial do Parque de Lazer de Souselo, esteve presente o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos. Também presente estiveram os discursos a reclamar o trançado rodoviário IC35.

Na suaintervenção enquanto presidente da câmara municipal de Cinfães, Armando Mourisco voltou a apelar à construção da via, “obra há muito tempo reclamada e que em muito ajudaria a população de Cinfães e dos concelhos vizinhos”, tendo em conta que iria reduzir em 20 minutos a chegada ao Porto.

“Precisamos do IC35 para acedermos ao Hospital de Penafiel, para irmos trabalhar para o Porto, para captarmos mais e melhor investimento”, frisou o autarca. Palavras estas que o presidente da Assembleia Municipal, Mário Luís Correia da Silvae o presidente de junta, José Manuel da Silva Mourisco, fizeram salientar nos seus discursos.

Depois de três intervenções a reivindicar pelo cumprimento da promessa do IC35, o ministro afirmou que “não fazia promessas que não podia garantir” o seu cumprimento.

A concretização do IC35 “é uma obra que se arrasta há muito tempo e é fundamental para a região”, mas não há datas definidas para o seu arranque.

“É uma obra prometida há muito, está na hora de resolver e colocá-la a andar. O IC35 está previsto no Plano Nacional de Investimentos e temos que conseguir que ande para a frente”, salientou em declarações ao Jornal A VERDADE o ministro Pedro Nuno Santos.

Ainda assim, recordou que o IC35 “é um objetivo muito firme” do atual Governo e prometeu o seu empenho na concretização. Fez salientar que o IC35 tem vantagem perante outras obras porque é “alvo de consenso suprapartidário”.

Disse ainda que, “independentemente de quem for o Governo”, acredita que “não estaremos num pára-arranca da obra no futuro”.

Para o ministro, os investimentos em rodovia têm-se dado sobretudo no litoral, agora que o país “não tem muita disponibilidade para estradas porque a União Europeia não as financia”, mas afirma que o Governo “tem de fazer justiça aos territórios de baixa densidade”, como é o caso de Cinfães e Castelo de Paiva, com a construção, não só do IC35, mas também da conclusão da Estrada Nacional 222.

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