Amarante: Atores juntam-se pela não construção da barragem de Fridão

Amarante: Atores juntam-se pela não construção da barragem de Fridão

Mafalda Luís de Castro, Francisco Fernández, João Mota, Anabela Teixeira, Rafael Covas, João Labrincha e Marlene Marques. São atores, professores, membros da GEOTA e integram a petição criada para “não assinar” como forma de protesto à construção da barragem de Fridão.

Juntaram-se para criarem um vídeo que visa sensibilizar para os motivos que os unem na defesa pela não construção da barragem. Daniel Demétrio, dos Rios Livres da GEOTA, esclarece que esta barragem “não iria ajudar a combater a seca, não está projetada para consumo humano ou para fins turísticos, só está pensada para produção elétrica (estimada em menos de 0.6% da produção elétrica nacional)”.

CELEBRIDADES "NÃO ASSINAM" #frinão, Barragem de Fridão, NÃO!

Os atores e atrizes Anabela Teixeira, Francisco Fernández, João Mota – Oficial, Mafalda Luís de Castro, Rafaela Covas e ativistas João Labrincha e Marlene Marques não se responsabilizam. E você?Visite https://eunaoassino.com, clique em "Não Assinar" e desafie o Primeiro Ministro a subscrever a primeira petição que ninguém quer assinar!Consigo, vamos impedir a construção da Barragem de Fridão, pelo perigo que representa para a população de Amarante, pelos custos que acrescerá à fatura da eletricidade e pelos impactes sociais, ambientais e económicos.Passe a palavra: partilhe nas redes com os hashtags #frinão e #eunãoassino.

Publicado por Rios Livres em Quarta-feira, 3 de abril de 2019

Refere ainda que, caso tal barragem fosse construída, a sua albufeira ficaria a apenas 6 quilómetros do centro da cidade de Amarante, “numa zona de suscetibilidade sísmica e, segundo o INAG, em caso de colapso, a onda de cheia chegaria ao centro da cidade em 13 minutos”, adianta.

Diante os vários motivos que estão na origem desta onda de protestos, destacam ainda o possível aumento da fatura da eletricidade. “Caso a mesma venha a ser construída o cenário mais provável será o aumento da tarifa da eletricidade para fazer refletir a diminuta rentabilidade do empreendimento. No entanto, existe sempre o cenário do Estado poder voltar a atribuir o subsídio à barragem de Fridão, pois não existe nada na lei que o impeça de o fazer”, explicou Daniel Demétrio.

Apelam que, em alternativa à construção da barragem de Fridão, haja uma posta na eficiência energética, não apenas a poupança a nível doméstico, mas principalmente no setor da indústria onde várias empresas e as suas fábricas usam equipamentos desatualizados.

2 comentários

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2 Comentários

  • Maria Pardal
    8 Abril, 2019, 22:45

    Depois digam que estamos em seca grave, deixem a água ir para o mar que aí está bem…IDIOTAS

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  • Maria Pardal
    8 Abril, 2019, 22:46

    Depois digam que estamos em seca grave, deixem a água ir para o mar que aí está bem…IDIOTAS

    REPLY

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