Castelo de Paiva: Monte de São Domingos vai receber mais de mil árvores novas

Castelo de Paiva: Monte de São Domingos vai receber mais de mil árvores novas

Cerca de mil árvores vão ser plantadas este sábado, dia 23 de março, no Monte de São Domingos, em Castelo de Paiva. Neste dia, este local vai ser alvo de duas ações, uma promovida pelo Montepio Crédito, e a outra por um grupo de voluntários e associações locais.

Este local é um dos principais miradouros do concelho e que, com os incêndios de 2017, o verde que coloria o espaço desapareceu com as chamas. Além do Montepio, o Centro Sol Nascente, a Adep, o Municipio de Castelo de Paiva, o Movimento Natureza Viva, o Movimento Cidadãos do Mundo Castelo de Paiva e a união de Freguesias Raiva, Pedorido e Paraiso vão unir-se para reflorestar este local.

O trabalho será de voluntariado e, em jeito de compensação pelo esforço em prol da natureza, a Junta de Freguesia da Raiva, Pedorido e Paraíso irá oferecer o piquenique na hora de almoço.

Montepio une-se à causa

O Montepio Crédito vai plantar mil carvalhos, no âmbito de uma ação de reflorestação solidária que inclui outras atividades como jogos tradicionais, passeios equestres, oficina de reciclagem e um programa para crianças.

A ação insere-se no projeto MC Green em parceria com a Associação Nacional de Empreiteiros Florestais e Agrícolas (ANEFA) e a Câmara Municipal de Castelo de Paiva. Vários trabalhadores e familiares do Montepio vão arregaçar as mangas e colocar as mãos na terra do Monte de São Domingos, assim como membros do concelho de Castelo de Paiva. Até agora, já há cerca de 100 participantes.

“É com enorme agrado que o Montepio Crédito realiza esta ação de sensibilização para com a floresta portuguesa, tão fustigada pelos fogos dos últimos anos. Esta plantação, que vai já na sua segunda edição, alerta para a enorme área em todo o território nacional que ainda sofre os efeitos dos últimos incêndios”, explicou adianta Pedro Gouveia Alves, presidente do Conselho de Administração do Montepio Crédito.

Acredita que com este gesto de plantar árvores em locais devastados pelas chamas, a população está “a criar uma forte e importante infraestrutura” para a comunidade, bem como “assegura a continuidade das espécies que nela habitam”.

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