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Município de Castelo de Paiva apresentou Rota dos Ofícios Tradicionais

Município de Castelo de Paiva apresentou Rota dos Ofícios Tradicionais

No passado dia 2 de março, o Centro de Interpretação Cultural Local de Castelo de Paiva apresentou oficialmente a “Rota dos Ofícios Tradicionais da Terra de Payva”, um projeto promovido pela autarquia paivense e pela ADRIMAG.

A apresentação contou com a presença de vários responsáveis municipais, alguns artesãos locais e da empresa Aproplan, Lda, responsável por explicar esta proposta turística.

As explicações foram dadas por Joni Vieira, que recordou que este projeto pode atrair visitantes ao território e é uma forma de “promover artes e saberes que estavam no esquecimento”.

O presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Gonçalo Rocha, sublinhou o seu contentamento pela “concretização deste projeto”, esperando que tenha um impacto “positivo no turismo local, potenciando outras dinâmicas e projetando  ainda mais o concelho”.

O autarca recordou que “é deste conjunto de pessoas e artes que nasce agora a Rota dos Ofícios Tradicionais da Terra de Payva”, que será dividida em quatro rotas temáticas (Rota da Madeira e Outros, Rota do Metal e das Pedras, Rota dos Tecidos e Calçado e Rota da Gastronomia ). Isto é uma forma de potenciar a visita aos ofícios tradicionais da região e conhecer as pessoas e os processos que estão na sua origem.

Por sua vez, a  vereadora com o Pelouro do Turismo, Paula Melo, realçou a importância que este projeto vai ter para “a dinâmica turística que se deseja para o concelho”.

Este projeto vai valorizar os ofícios mais importantes e que se vão mantendo ao longo dos anos, como a arte de trabalhar o cobre, a cestaria tradicional, a tecelagem em teares tradicionais, nomeadamente artesanais em madeira e em pedra de xisto, e ainda, a moagem tradicional, com aproveitamento dos recursos hídricos.

Parte destes ofícios perdeu a sua importância na economia local, sendo mantidos pelos seus promotores apenas por gosto pela arte. No entanto há exemplos de empreendedorismo e dinâmicas de negócio criadas a partir dos ofícios tradicionais, nomeadamente no trabalho manual e artístico do cobre, uma indústria artesanal que tem bastante expressão na freguesia de S. Martinho.

Apesar de as rotas estarem agrupadas por temáticas, é possível visitar de forma independente cada artesão, sendo que as rotas foram desenvolvidas para serem visitadas de carro.

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