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Marco de Canaveses: Secretários de Estado da Educação e da Cultura visitaram Escola Profissional de Arqueologia

Marco de Canaveses: Secretários de Estado da Educação e da Cultura visitaram Escola Profissional de Arqueologia

A Escola Profissional de Arqueologia (EPA) do Freixo, em Marco de Canaveses ,recebeu esta terça-feira, dia 12 de fevereiro, a visita dos secretários de Estado da Educação e da Cultura, João Costa e Ângela Ferreira.

Os governantes, acompanhados pela diretora da escola, Ana Mascarenhas, pela presidente da Câmara Municipal, Cristina Vieira, pelo diretor regional de Cultura do Norte, António Ponte e pelo delegado regional de Educação do Norte, João Gonçalves, visitaram toda a escola, passando também pelas ruínas de Tongobriga, que funcionam como oficina de trabalho para a aprendizagem dos módulos da componente técnica dos cursos profissionais.

No final da visita a comitiva reuniu-se com o objetivo de delinear uma estratégia de futuro para a Escola Profissional de Arqueologia, que é o único estabelecimento escolar público do país, no que ao património cultural diz respeito, sendo tutelada pelos ministérios da Educação e da Cultura.

Em declarações ao Jornal A VERDADE, João Costa, secretário de Estado da Educação, afirmou que a Escola Profissional de Arqueologia “é uma escola de referência” por ser única no país. O governante destacou a necessidade a divulgação da oferta formativa a nível nacional. “Aqui todo o território é uma sala de aula, o ensino é muito prático com uma abordagem integrada no currículo. No entanto há a necessidade que se saiba no Algarve e em Vinhais que existe uma Escola Profissional de Arqueologia no país”, sublinhou.

De acordo com o secretário de Estado, a escola “está com poucos alunos” o que torna a sua sustentabilidade difícil. “Queremos elaborar, em conjunto com a escola e com a Cultura, um plano de ação para tentar captar mais alunos para esta área, até porque os diferentes setores que trabalham na área de arqueologia se queixam de não terem profissionais qualificados”, constatou.

Opinião também partilhada pela secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, que referiu a necessidade de “profissionais qualificados que saem desta escola”. A governante considerou de “extrema importância” este projeto que “alia a parte patrimonial e de arqueologia ao ensino profissional”.

“É muito importante trabalharmos com a escola no sentido de promover a sua existência porque a maior parte das regiões do país não sabem da existência, mas a maior parte das regiões do país precisam de profissionais nesta área”, constatou.

A presidente da Câmara Municipal de Marco de Canaveses, e titular dos Pelouros da Educação e da Cultura, classificou a visita como “um marco histórico”. “Conseguimos transmitir aos senhores secretários de Estado algumas das nossas preocupações, das nossas expectativas em relação ao território e ao que são as nossas escolas profissionais”, acrescentando que os “dois secretários de Estado estão em sintonia e partilham de muitas daquelas que são as preocupações da diretora”.

Segundo a autarca, da reunião de trabalho “saíram algumas estratégias”, nomeadamente a criação de um plano de marketing a nível nacional para dar a conhecer a Escola Profissional de Arqueologia.

A diretora da Escola Profissional de Arqueologia, Ana Mascarenhas, disse que a reunião foi “muito positiva”. “Foi muito importante ter aqui os dois secretários de estado a discutirem esses assuntos e a colocarem as coisas na mesa para dar essa promoção à escola”, recordando que há a necessidade de “abrir o leque para ter mais alunos na escola”.

2 comentários

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2 Comentários

  • Joana Marques
    16 Fevereiro, 2019, 0:04

    Uma escola com péssimas condições…

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  • Ana
    17 Fevereiro, 2019, 12:59

    O problema desta escola são as pessoas que dirigem! É só tachos! e o ensino nada tem a ver com o passado onde a escola sempre se afirmou a nível nacional.

    REPLY