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Paredes: Grupo de doentes oncológicos organizou palestra para assinalar Dia Mundial da Luta Contra o Cancro

Paredes: Grupo de doentes oncológicos organizou palestra para assinalar Dia Mundial da Luta Contra o Cancro

“Viver Melhor” é um grupo de doentes oncológicos de Paredes que promoveu uma palestra com o nome “Viver com Cancro”, em parceria com a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas, como forma de assinalar o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro que se assinalou a 4 de fevereiro.

A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Paredes. Partilha de experiências e o impacto do cancro na vida das pessoas, prognósticos e alertas foram alguns dos propósitos do encontro que teve a participação da psiquiatra Assunção Tavares, do IPO/Porto, para viver melhor e com mais qualidade de vida.

Na iniciativa estiveram ainda presentes, o vice-presidente da Câmara Municipal de Paredes, Francisco Leal, e a vereadora Beatriz Meireles, para além da responsável pela APLL, Isabel Barbosa.

Tomando da palavra o vice-presidente constatou a “satisfação” do concelho acolher “iniciativas que visam o esclarecimento e a satisfação de necessidades básicas dos munícipes”. Francisco Leal felicitou e realçou o dinamismo do grupo Viver Melhor, considerando um “exemplo de força de vencer as amarguras da vida”.

Por sua vez , a vereadora com o pelouro da Cultura e da Ação Social, Beatriz Meireles, sublinhou a admiração pelo grupo que integra o projeto do município paredense, “pela vontade em querer superar barreiras e vencer a doença e as suas limitações”.

A autarca mostrou a disponibilidade para “continuar a dar apoio ao projeto”, à semelhança do que já se encontra a fazer, no que ao teatro diz respeito e que resultará na apresentação de uma peça teatral muito em breve.

A psiquiatra Assunção Tavares sublinhou os efeitos emocionais da doença nas pessoas. “Afeta muito as pessoas que mais nos amam e estão perto de nós. Tira-nos o tapete debaixo dos pés e muda toda a perspetiva de vida”, considerou.

De acordo com a profissional de saúde, “depois do cancro nada fica igual e temos que aprender a lidar com as nossas limitações. Fadiga, memória, atenção e concentração deixa de ser a mesma coisa”. Assunção Tavares recordou que a doença e os tratamentos associados têm implicações a todos os níveis. “Se nos juntarmos por causas somos sempre muito mais fortes”, concluiu.

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