Calçado, madeira e vinho são os produtos mais exportados do Tâmega e Sousa

Calçado, madeira e vinho são os produtos mais exportados do Tâmega e Sousa

O relatório do NORTE ESTRUTURA mais recente, que se refere ao panorama de exportações de 2018, revela que a região norte tem conseguido um elevado volume de exportações de vinho, têxtil e vestuário e calçado, ou seja, os produtos tradicionais dos municípios.

Há várias empresas do Tâmega e Sousa que integram a lista das 50 mais exportadoras do norte de Portugal. Inserem-se sobretudo nos municípios de Penafiel, Paços de Ferreira, Felgueiras e Lousada.

Estes municípios dedicam-se a elevados números de exportações de calçado, mobiliário de madeira e de vinho. Na região norte, estes setores representam cerca de 36% das exportações. No entanto, tem-se verificado um decréscimo pouco acentuado nos últimos anos. Felgueiras e Santa Maria da Feira são os principais municípios sede das empresas exportadoras da fileira do calçado de couro, que tem em França o principal mercado de exportação.

Paços de Ferreira e Paredes são os principais municípios exportadores do norte relativamente ao mobiliário de madeira, com quatro empresas dedicadas a este setor, que representa cerca de um quarto das exportações da fileira florestal.

Tanto as exportações como as importações de Têxteis e Vestuário, por parte de empresas do norte aumentaram, em valor, ao longo dos últimos cinco anos.

Relativamente ao grupo das bebidas, o Vinho do Porto é o principal produto exportado na região norte, representando cerca de metade do valor total. Este setor dos vinhos representa 77,7% do total, segundo dados relativos a 2017 validados em janeiro do presente ano. Além disso, esta indústria registou um excedente superior a meio milhão de euros.

O peso relativo dos produtos da fileira automóvel na estrutura exportadora das empresas do Norte aumentou ligeiramente em 2017, atingindo 17,4%.

A participação das empresas do Norte no comércio internacional destes produtos gerou um excedente superior a 1.270 milhões de euros em 2017, com a taxa de cobertura a aproximar-se dos 300%.

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