Felgueiras vai requalificar área envolvente à Igreja Matriz de Margaride e Praça da República

Felgueiras vai requalificar área envolvente à Igreja Matriz de Margaride e Praça da República

A Câmara Municipal de Felgueiras já tem aprovada, pelo Tribunal de Contas, a autorização para a execução das obras de requalificação da área envolvente à Igreja Matriz de Margaride e ao Norte da Praça da República.

A obra, cofinanciada no âmbito do Portugal 2020, tem um prazo de execução de um ano, estando previsto um gasto que rondará os dois milhões de euros.

A empreitada, inserida no Plano de Ação de Regeneração Urbana (PARU) dá primazia à circulação pedonal e, em simultâneo, à criação de espaços estáveis e polivalentes para diversas atividades (lúdicas, culturais, socioeconómicas, religiosas, entre outros.), que possibilitem a sua devolução à população para congregação, estadia e convívio.

“Esperamos que a requalificação e adaptação dos espaços públicos se traduzam numa maior qualidade de vida para todos os felgueirenses e que motivem a uma maior atividade empresarial do meio envolvente”, frisou o presidente da câmara, Nuno Fonseca.

O autarca salientou que está ciente do incómodo que a empreitada poderá causar à população e, por isso, tentaram reduzir ao máximo o tempo de execução da obra, “no sentido de minimizar este problema”. “A verdade é que sem obras não há melhorias, nem desenvolvimento. Pedimos, desde já, a compreensão de todos os que serão afetados”, expressou.

A câmara colocou dois critérios nesta execução, que era o preço e o prazo de duração da empreitada, “para evitar que colidissem com o dia-a-dia dos trabalhadores e dos munícipes do seu habitar, vamos ter cerca de um ano de revolução mas estaremos melhor em todos os sentidos”.

“As pessoas gostam de chegar a um centro e ser agradável, não podemos ser diferentes dos outros municípios”, disse, salientando a importância de revitalizar os espaços públicos do concelho.

O autarca acredita que será uma obra em que “primeiro estranha-se, depois entranha-se pois cada coisa deve estar arrumada no seu sítio” e é isso que a autarquia diz ter tentado fazer com esta intervenção.

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