Amarante: Pastelaria Pardal segue as receitas da avó

Amarante: Pastelaria Pardal segue as receitas da avó

Publireportagem

Podíamos arriscar e dizer que o Natal tem cheiro e sabor. Os dias frios remetem-nos para o calor da lareira, o cheiro a lenha queimada e aos doces que nesta altura tanto apetece.

Se o Bolo é Rei, as rabanadas são rainhas de uma mesa repleta de sonhos, filhoses, frutos secos e chocolates.

E até podíamos achar que só na noite de 24 de dezembro estes cheiros invadem as casas, mas sabemos que Novembro chega e o desejo de uma fatia de bolo-rei aparece. Assim pelo menos acontece na Padaria/Pastelaria Pardal, em Amarante.

Um espaço com um toque especial para a doçaria tradicional, nesta época não deixa nenhuma receita caseira na gaveta.

O Bolo-Rei é tradicional, mantém as frutas cristalizadas, com frutos secos e por lá não se esquece o pinhão. As rabanadas essas são de pão de cacete, envolvidas em açúcar e canela com calda de mel e vinho do Porto. E pode levar para casa. Segundo Filipe Soares, proprietário, “é muito difícil dizer um número de rabanadas vendidas pois são tantas que lhes perdemos a conta”. É que são servidas não só na pastelaria como “às caixas para casa”. As encomendas começam cedo, mas os dias que antecedem o Natal “são sem parar. Temos um sistema de encomendas por telefone e facebook, ou mesmo ao balcão. A fila é única mas faz metros. Temos uma pessoa só ao balcão para as encomendas”, avança o gerente que desde pequeno vive o Natal como dias de muito trabalho. É filho e neto dos primeiros proprietários. Naturais de Sobretâmega, freguesia do Marco de Canaveses, levaram as suas deliciosas receitas para a “princesa do Tâmega – Amarante” há já 17 anos. O espaço que hoje conhecemos na Rua 5 de Outubro, nº 43 sofreu remodelações há 3 anos e é hoje uma pastelaria que junta a modernidade e comodidade com os sabores tradicionais.

De um sonho de família, para os sonhos na mesa. Outra das especialidades e receita da mãe de Filipe. “Farinha e ovos, calda de açúcar, canela e limão, e como em tudo o que é feito na cozinha, o melhor condimento é o carinho que se deposita em tudo o que fazemos para agradar os nossos clientes”, diz o gerente que defende que na pastelaria do Natal “não devemos inventar muito. Defendemos as receitas tradicionais. Temos o Bolo Rainha para quem não aprecia as frutas cristalizadas, mas não queremos sair do que nos caracteriza e no fundo caracteriza o Natal”.

Este ano o calendário ajuda a organizar melhor o trabalho. Nesta altura as horas extras são muitas por parte de toda a equipa, mas com o fim de semana de 22 e 23 de dezembro, Filipe Soares acredita que “será mais fácil de distribuir os mais de 1300 quilos de bolo-rei expectáveis para este ano e as centenas de doces que iremos fazer para servir na casa e encomendas”. Se nestes dias houvesse mais espaço na pastelaria mais gente entrava, isso é o que diz o gerente já preparado para os dias de azáfama que se aproximam.

E se tudo é tradição nesta casa, há rituais que também já o são. Filipe Soares confessa-nos que no dia 24 de dezembro, à tarde, já é tradição juntar um grupo de clientes que são amigos à volta de uma mesa, na pastelaria, com todos estes doces “e fazemos o nosso Natal. A família Pardal de todo o ano reúne-se para confraternizar, fazer balanços e começar os festejos à volta da mesa”.

Se já ficou com água na boca deixamos-lhe aqui uma ajuda – visite a Pastelaria Pardal em Amarante, faça a sua encomenda pelo 255 423 019 ou então passe na página oficial da Pardal no facebook e não deixe escapar os melhores sabores deste Natal.

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