Baltar: Enfermeira Daniela Silva foi uma das vítimas da queda do helicóptero do INEM em Valongo

Baltar: Enfermeira Daniela Silva foi uma das vítimas da queda do helicóptero do INEM em Valongo

Atualização 8h00

Daniela Silva, a jovem de 34 anos residente em Baltar, Paredes, é a enfermeira que estava a bordo do helicóptero que ao final da tarde deste sábado, 15 de dezembro, se despenhou a 700 metros da Capela de Santa Justa, na Serra de Santa Justa, em Valongo.

Daniela Silva já fez parte da corporação dos bombeiros de Baltar, e segundo fonte próxima, a família tomou conhecimento quando se encontrava no jantar de Natal desta corporação.

A bordo da aeronave seguiam também o piloto comandante João Lima, o co-piloto Luís Rosindo e o médico Luís Vega de nacionalidade espanhola.

Este helicóptero terá partido do Hospital de Santo António, onde tinha acabado de deixar um doente, e o seu destino era a base de Macedo de Cavaleiros, em Bragança. O sinal da aeronave foi perdido entre Couce e Aguiar de Sousa, freguesia do concelho de Paredes, numa zona onde o terreno é inclinado e estava coberto por vegetação muito densa.

Eram 18h30 quando se registou o último contacto com a equipa, na zona de Valongo e confirmado em briefing às duas da manhã a localização do aparelho e o óbito das quatro pessoas a bordo.

As buscas para encontrar o helicóptero e as vítimas envolveram mais de 200 operacionais, entre bombeiros, GNR, Proteção Civil de Valongo e Gondomar, e um helicóptero da Força Aérea.

Destroços do helicóptero

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1 Comentário

  • António Silva-Penafiel
    16 Dezembro, 2018, 14:06

    Deixem-me acrescentar apenas uma leve ideia: foi dito que era esperado em Baltar para abastecimento. Será que ao aparelho faltou combustível?
    Nesta fase da vida actual, em que se procuram ligeiros ciscos que o vento faz deslocar nos ares, é um bom momento para deixar esclarecidos aqueles que pagam as despezas, por mais avultadas que seja. OS CONTRIBUINTES. Não na qualidade de fofoqueiro, já temos demasiados, mas qualidade daqueles a quem são impostos pesados contributos, julgo, como todos os restantes, ter o direito a saber tudo isso.
    Pouco me importo dos inquéritos ou processos disciplinares. Menos, ainda, das questiúnculas caseiras, seja dito em tempo útil, (o mais rápido possível), qual a quantidade de combustível no aparelho.
    Atribuem-se, vezes demasiadas, culpas a quem as não tem.
    Quantas vezes ouvimos clamar por meios, físicos e materiais.
    Qual a resposta a tudo isto? Basta estarmos atentos às notícias para o sabermos!

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