Castelo de Paiva já tem Equipa de Intervenção Local

Castelo de Paiva já tem Equipa de Intervenção Local

A Equipa de Intervenção Local (ALI) de Castelo de Paiva já foi constituída. Esta equipa foi criada no âmbito do Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI), numa iniciativa municipal que agregou parcerias ao nível do Ministério da Saúde, Ministério da Educação e Ministério da Segurança Social e tem como objetivo o apoio a crianças até aos 6 anos em situação de risco estabelecido, biológico ou ambiental, bem como às respetivas famílias.

A primeira reunião de trabalho já foi realizada e contou com a participação da vereadora com o  Pelouro da Saúde, Paula Melo, e da técnica da Rede Social, Andreia Gomes, para além de representantes dos ministérios da Saúde, Educação e Segurança Social.

A ELI de Castelo de Paiva vai contar com a colaboração de um médico, um enfermeiro, um técnico de Serviço Social, um terapeuta da fala, um terapeuta ocupacional, uma educadora e uma psicóloga, profissionais que vão avaliar, apoiar e implementar estratégias capazes de contribuir para o desenvolvimento harmonioso da criança.

Recorde-se que, a intervenção precoce destina-se a crianças com idades compreendidas até aos seis anos, e as crianças e as famílias podem ser apoiadas no âmbito do SNIPI quando após avaliação da criança e da sua família pela ELI, tendo em conta determinados critérios de elegibilidade, se verificam as seguintes situações: existência de risco da criança vir a apresentar alterações ou apresentar alterações nas funções ou estruturas do corpo que limitem o seu normal desenvolvimento e a sua participação nas atividades típicas para a idade e o contexto social; Existência de uma situação de risco grave de atraso de desenvolvimento da criança, face às condições biológicas, psicoafectivas ou ambientais, suscetíveis de implicarem uma alta probabilidade de atraso relevante no seu desenvolvimento;

A Equipa de Intervenção Local já definida para Castelo de Paiva, pode deslocar-se ao local onde a criança se encontra, seja no domicílio, ama, creche ou jardim-de-infância, e terá como missão: identificar as crianças e famílias elegíveis para serem de forma imediata apoiadas no âmbito do SNIPI; assegurar a vigilância das crianças e famílias que, embora não imediatamente elegíveis, requeiram avaliação periódica, devido à natureza dos seus fatores de risco e probabilidade de evolução; encaminhar as crianças e famílias não elegíveis, mas carenciadas de apoio social; elaborar e executam o Plano Individual da Intervenção Precoce (PIIP), em função do diagnóstico da situação; identificar necessidades e recursos das comunidades da sua área de intervenção, dinamizando redes formais e informais de apoio social; articular, sempre que se justifique, com as comissões de proteção de crianças e jovens, com os núcleos da saúde de crianças  e jovens em risco ou outras entidades com atividade na área da proteção infantil; assegurar, para cada criança, processos de transição adequados para outros programas, serviços ou contextos educativos e articular com os docentes das creches e jardins-de-infância em que se encontrem colocadas as crianças integradas em IPI.

A Intervenção Precoce na Infância conta com o conjunto de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família, incluindo ações de natureza preventiva e reabilitativa, no âmbito da educação, da saúde e da ação social, de forma a prevenir o aparecimento ou agravamento dos problemas da criança e reforçar as competências familiares, para que de forma mais autónoma consiga lidar com a problemática da criança.

A Verdade
ADMINISTRATOR
PERFIL

Deixar um comentário

O seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios marcados com um *

Cancelar resposta

Apoie o jornalismo de qualidade.
Faça uma doação para este projeto.