Especial Saúde: Farmácia Positiva divulga a história da farmácia e dos farmacêuticos

Especial Saúde: Farmácia Positiva divulga a história da farmácia e dos farmacêuticos

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Em Portugal, existem farmacêuticos desde 1449, época em que estes profissionais eram conhecidos como boticários. As suas funções centravam-se na preparação oficinal de medicamentos. Por esta razão, até há cerca de uma década, as farmácias eram denominadas Farmácias de Oficina.

Progressivamente, a atividade do farmacêutico começou a centrar-se cada vez mais no cidadão, vindo a desenvolver-se serviços de apoio à comunidade, passando assim a usar-se mais a designação de Farmácia Comunitária.

Em muitas zonas do território nacional, as farmácias são a única estrutura de saúde disponível capaz de prestar cuidados de proximidade, sendo nestes locais o farmacêutico o único profissional capaz de evitar deslocações desnecessárias através da dispensa e aconselhamento sobre o uso correto de medicamentos não sujeitos a receita médica e medicamentos de venda exclusiva em farmácia.

A farmácia tem também um papel determinante na transmissão de informações sobre saúde e na promoção correta dos direitos do cidadão dentro do sistema de saúde, favorecendo o bom uso dos escassos recursos disponíveis.

A Farmácia POSITIVA na promoção da saúde

Na Farmácia POSITIVA, temos como missão promover o uso responsável dos medicamentos, em articulação com os restantes profissionais de saúde.

O farmacêutico comunitário tem uma posição privilegiada para poder contribuir em áreas como a gestão da terapêutica, administração de medicamentos, determinação de parâmetros, identificação de pessoas em risco, deteção precoce de diversas doenças e promoção de estilos de vida mais saudáveis.

Na Farmácia POSITIVA, a prevenção da doença e suas complicações passa pela identificação de fatores de risco e referenciação atempada para cuidados médicos especializados e adequados à situação em causa.

Na Farmácia POSITIVA, os cidadãos podem a qualquer hora do dia entrar e sem marcação fazer a determinação da sua pressão arterial, glicémia, colesterol, índice de massa corporal, débito expiratório máximo instantâneo ou calcular o seu risco cardiovascular, entre muitos outros testes mais recentes que têm vindo progressivamente a ser implementados.

A intervenção na Saúde Pública faz-se também desde 2007 com a campanha de vacinação contra a gripe que este ano inicia a 15 de outubro e se prolonga até ao fim do ano. A administração desta importante vacina é efetuada por profissionais qualificados da Farmácia POSITIVA, que podem esclarecer qualquer dúvida do utente. Estão assinalados como grupos de risco os mais idosos, os doentes asmáticos e as grávidas, mas todas as pessoas podem vacinar-se contra a gripe, mesmo que não integrem os respetivos grupos de risco.

Estudos recentes revelam que há cada vez mais cidadãos a preferir ser vacinados na farmácia devido ao menor tempo de espera e à sua grande confiança no farmacêutico. 

Ainda na área da Saúde Pública, a Farmácia POSITIVA contribui para a preservação do ambiente, através da participação em diversos programas de reciclagem (ex: campanha de recolha de radiografias) ou de gestão de resíduos (ex: recolha de medicamentos fora de uso). Esta farmácia colabora ainda com o programa “Diz Não a uma Seringa em Segunda Mão”, programa que permite que indivíduos com comportamentos aditivos possam adquirir de forma gratuita um kit de redução de riscos de infeção pelo VIH e pelos vírus das hepatites.

O incentivo à adoção de comportamentos mais saudáveis e positivos tem sido uma área cada vez mais abraçada pelos farmacêuticos, começando já a ser frequente, por exemplo, o serviço de cessação tabágica, onde a Farmácia POSITIVA tem contribuído com sucesso.

Os farmacêuticos comunitários na Farmácia POSITIVA estão empenhados em disponibilizar cada vez mais serviços essenciais à saúde do utente, quer na vertente preventiva quer na vertente terapêutica beneficiando a comunidade Marcoense.

A Farmácia POSITIVA e o uso correto dos medicamentos

– Aproximadamente 50% dos cidadãos em todo o mundo não tomam corretamente os seus medicamentos;

– Mais de 50% dos medicamentos adquiridos ilegalmente pela internet são falsificados;
– A resistência aos antibióticos é um grave problema de saúde pública que se tem vindo a agravar na Europa. Em muitos países, as taxas de resistência mais do que duplicaram nos últimos 5 anos;

– Os medicamentos genéricos são tão efetivos e seguros como os de marca, mas como não precisam de incorporar no preço os custos de investigação e desenvolvimento, podem ter preços significativamente mais baixos.

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