Formação em Turismo: Alunos contam a sua experiência na escola EPAMAC

Formação em Turismo: Alunos contam a sua experiência na escola EPAMAC

Publireportagem

A Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Marco de Canaveses (EPAMAC) forma profissionais qualificados há quase trinta anos e foi há cerca de treze que iniciou a aposta na área do Turismo.

Isabel Melo, que frequentou a escola entre 2006 e 2010, primeiro no curso Técnico de Turismo Ambiental e Rural, depois complementado com um curso de especialização tecnológica de Gestão e Animação Turística, diz guardar boas recordações dos tempos vividos na EPAMAC.

“Mais que uma escola, era uma família. Éramos poucos alunos, tendo em conta o número que agora frequenta a escola, e conhecíamo-nos todos. Havia uma relação de grande proximidade entre professores e alunos. Tivemos a vantagem de ser a primeira turma desse curso e havia uma grande aposta em todos nós”, recorda.

epamac - isabel melo

Isabel Melo

Quando a jovem terminou o estágio curricular, em 2010, ficou a trabalhar na empresa onde estava, enquanto coordenadora de uma quinta. Seguiu-se uma experiência profissional numa unidade hoteleira e, entretanto, abriu um estabelecimento próprio: um salão de chá. Atualmente tem também uma quinta de eventos ao seu encargo.

Para a empresária, a passagem pela EPAMAC foi fundamental para o seu percurso profissional mas também a nível pessoal. “O nível de exigência que nos era pedido foi excelente, porque preparou-nos muito bem para o mundo do trabalho. Foi uma fase crucial da minha vida”, considera Isabel Melo, acrescentando que “se não tivesse tido aquele grau de exigência que os professores nos colocavam, se calhar não tinha neste momento a minha empresa, nem trabalhava da forma que trabalho”.

A ex-aluna do curso de Turismo recomenda a formação na EPAMAC. Aos alunos que vão entrar no novo ano, deixa um conselho: “Neste tipo de cursos, mais do que as boas notas é preciso gostar de estar com o público, ter paixão por saber receber bem e ficar satisfeito com as palavras que um dia os nossos clientes nos vão dar. Este curso pode abrir muitas portas e dá valências para a vida”.

Também em 2006, Ricardo Soares entrou na EPAMAC e foi ali que nasceu o seu entusiasmo pelo Turismo. “As bases, sem dúvida, foram adquiridas lá. Antes da EPAMAC eu não tinha nenhum conhecimento sobre a minha área. Ali comecei logo a estudar uma área em concreto. Foi quando comecei a ganhar o gosto pelo Turismo e essa vertente foi complementada com a parte prática, o que foi fundamental”, lembra.

epamac - ricardo soares

Ricardo Soares

Em retrospetiva, o jovem não apresenta dúvidas: “Na altura foi das melhores coisas que eu fiz e todas as bases que tenho, de Turismo, foram criadas lá. Depois senti necessidade de as aprofundar e por isso não parei, passados dez anos ainda estou na área”, evidenciou.

Terminado o curso na EPAMAC, Ricardo Soares tirou uma especialização na Escola Superior Agrária de Ponte de Lima. Depois licenciou-se em Turismo e a partir daí sempre trabalhou na área, especialmente nos últimos três anos, em que trabalha num hotel no Porto.

A EPAMAC é ainda hoje vista como especial. “Tínhamos uma relação muito boa com todos os alunos e com todos os professores. Juntando isso à parte teórica e prática é o que a distingue de todas as outras escolas. É possível que, num primeiro impacto, os alunos estranhem um pouco, porque a EPAMAC é uma escola um pouco diferente, mas para melhor. Para além de se aprender com a componente prática, é sem dúvida um ambiente muito acolhedor. Em termos de aprendizagem aprende-se muito mais, porque estamos focados. Quem souber bem o que quer só pode retirar coisas boas da EPAMAC”, garantiu.

Estes dois casos de sucesso comprovam a elevada taxa de empregabilidade do curso que é trabalhado com rigor numa escola onde não falta dedicação ao desenvolvimento pessoal e social de quem faz parte da sua história.

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