CDS-PP alertou o Governo para a necessidade de obras em escolas de Penafiel e Paredes

CDS-PP alertou o Governo para a necessidade de obras em escolas de Penafiel e Paredes

O Grupo Parlamentar do CDS-PP fez uma recomendação ao Governo para serem levadas a cabo obras em duas escolas, uma em Penafiel e outra em Paredes.

Segundo comunicado enviado à imprensa, a Escola Secundária Joaquim de Araújo, em Penafiel, “apresenta sinais visíveis de degradação e risco para a segurança de alunos, professores e restante comunidade educativa ao possuir coberturas de amianto em avançado estado de deterioração”.

A escola, que é sede de agrupamento e tem cerca de 600 alunos, possui “placas de fibrocimento nos telhados em muito mau estado, com fissuras e buracos, o que constitui potencial perigo para a saúde pública”.

“A Escola Secundária Joaquim de Araújo tem ainda problemas graves de infiltrações de água das chuvas nos seus pavilhões, pavimentos em mau estado, paredes rachadas e caixilharias danificadas”, foi explicado no mesmo comunicado.

Outro dos perigos assinalados pelo CDS-PP é a instalação elétrica que “está obsoleta e constitui perigo para todos quantos frequentam a escola”.

É então recomendado pelo Grupo Parlamentar que sejam removidas todas as placas de fibrocimento, passiveis de conter amianto, dos telhados da escola. É também recomendado que as obras sejam programadas “de modo a garantir as condições adequadas a uma escolaridade de qualidade àquela comunidade educativa”.

Para o CDS-PP é necessário que sejam alocados os “meios financeiros necessários às obras a realizar na escola e compartilhe com ela o calendário da intervenção”.

A segunda escola a necessitar de intervenções é a Escola Básica e Secundária de Rebordosa, em Paredes, que “funciona com graves problemas estruturais que põem em risco a integridade física dos cerca de 700 alunos que a frequentam, assim como de toda a restante comunidade educativa daquele estabelecimento de ensino”.

“Nos meses de inverno também chove habitualmente em algumas salas, e mesmo dentro dos monoblocos, que de provisórios já têm pouco neste estabelecimento de ensino com mais de 40 anos”, pode ler-se no comunicado enviado à imprensa.

Também as coberturas de fibrocimento são uma realidade neste estabelecimento de ensino. “Os alunos têm aulas de portas abertas porque as salas são muito quentes durante os dias de calor, estando muitas delas divididas a meio por falta de espaço”, foi alertado.

O facto de no inverno, o uso de aquecedores disparar consumo de energia elétrica, e os gastos com a água serem também elevados devido às descargas das casas de banho, por serem muito antigas, é outro dos pontos apresentados.

A escola tem ainda falta de coberturas, segundo o Grupo Parlamentar do CDS-PP, “falta de salas e espaços de estudo para alunos e falta de espaços para professores, assim como de salas para a educação especial”.

Neste seguimento, o CDS-PP recomendou ao Governo que “proceda à rápida elaboração de um plano para a realização urgente das obras de reabilitação e requalificação do edifício”, alocando, para o efeito, “verba suficiente para que todos os trabalhos fiquem concluídos antes do início do próximo ano letivo”. Bem como que seja feita a “remoção imediata das placas de fibrocimento existentes no edificado da escola”.

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