Serão os marcoenses supersticiosos em relação ao Ano Novo?

Serão os marcoenses supersticiosos em relação ao Ano Novo?

Já comprou as uvas passas e o champanhe para o Ano Novo? E a cor da lingerie, já a escolheu? Estas são algumas das superstições de Ano Novo, por isso o Jornal A VERDADE saiu à rua para descobrir se a população marcoense ainda acredita nas várias superstições que existem nesta época.

Carla Moura, proprietária da loja ‘Intima – Lingerie’, confirmou que as vendas “aumentam sempre nesta altura do ano”. Há uma procura maior pela peça de roupa interior ideal e a cor também não é esquecida. “O azul é o principal mas as pessoas cada vez querem saber o que está na moda. Este ano há muita procura pelo dourado também, porque é sinal de dinheiro”, explicou.

No que toca aos significados, ao azul é associada sorte, vermelho é paixão, branco é paz, verde significa esperança e ao amarelo/dourado é o associado o dinheiro.

Sabrina Ferreira disse preocupar-se com a cor da lingerie usada na noite de passagem de ano. “Escolho o azul, mas só na cueca. Faz parte da tradição”, contou.

Sabrina Ferreira

Pedro Ramos partilha da mesma opinião, não descartando outras tradições. “Faço questão que seja azul, para dar sorte. Também batemos em tachos para recebermos o ano novo em festa e romaria”, descreveu.

pedro ramos

Já Selma Martins, natural de Angola, elege outra cor. “Eu gosto de vermelho. Em Angola compramos sempre uma lingerie vermelha e vestimo-nos todos de branco”, explicou.

Selma Martins

A mesma cor é escolhida também por Pedro Jesus. “Dizem que dá sorte para o ano todo e que previne o mau-olhado”, afirmou, revelando também que sobe “sempre a uma cadeira, com várias notas na mão. Acredito que quando subo à cadeira subo na vida e com quanto mais dinheiro subir à cadeira, mais sorte tenho. Também como doze uvas passas e por cada uma peço um desejo”.

pedro-pinto

Mas se há quem tenha esta superstição específica, também há quem não se importe com a cor, como é o caso de Beatriz Queirós. Por outro lado, diz fazer questão de “entrar” no ano novo com o pé direito. “Subo a uma cadeira e seguro numa nota, para dar sorte e ter um ano cheio de coisas boas. Toda a gente na minha família o faz”, revelou.

beatriz queiros

Apesar de não se considerar muito supersticioso, Roberto Coelho também sobe a uma cadeira “para dar sorte e, claro, como as doze passas e bebo o champanhe, como é tradição”.

roberto coelho

A mesma tradição é partilhada pelo casal Lucinda e Rui Couto, que não deixa de subir algo mais alto “para entrar no ano novo com o pé direito, sempre com as passas para pedir os doze desejos e o champanhe a acompanhar”.

lucinda e rui castro

Todos os inquiridos revelaram ao Jornal A VERDADE que comer as passas e brindar com champanhe é uma tradição que seguem não por superstição mas por ser algo que já se tornou usual.

Por outro lado, há ainda quem não acredite em nenhuma destas superstições, como é o caso de Raul Cardoso. Por isso, não segue nenhuma. “Não sou supersticioso, apenas como as doze e bebo o champanhe”, indicou.

raul cardoso

Francisca Neves transmitiu já ter seguido algumas das tradições, apesar de não as praticar atualmente. “Já subi acima de uma cadeira, mas agora não o faço, apenas como as passas e bebo o champanhe”, referiu.

francisca neves

Paula Osório disse também não acreditar em superstições. “Já acreditei, agora não acredito. Apenas como as passas e bebo o champanhe, porque é algo que todos fazem”, assegurou.

paula osorio

Com mais ou menos superstições um desejo prevaleceu no depoimento de todos: o de o próximo ano ser melhor do que o que passou.

E você, tem superstições para o Ano Novo?

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