Paredes: Concelho tem já 21 imóveis inscritos no mercado social de arrendamento

A Câmara Municipal de Paredes é uma das 60 autarquias no país – e uma das 12 do Distrito do Porto – a beneficiar do Mercado Social de Arrendamento, uma das medidas inscritas no Programa de Emergência Social (PES) do Governo para dar resposta à crescente dificuldades das famílias portuguesas no acesso ao mercado da habitação.
Este programa, que resulta de uma parceria entre o Estado, os Municípios, o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) junta os principais bancos privados portugueses, nomeadamente o Banco Espírito Santo, o Banif, o Banco Popular, o Santander Totta, o Montepio Geral, o Millennium BCP, bem como a Caixa Geral de Depósitos.
Hermínia Moreira, vereadora do Pelouro de Ação Social do Município de Paredes, testemunhou em Lisboa, no Salão Nobre do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social, a assinatura do protocolo que deu início público a este programa que, para já, conta com 915 imóveis prontos a habitar com rendas 20 a 30 por cento inferiores ao valor do mercado, embora seja intenção do Governo disponibilizar, até final do ano, cerca de 2.000 imóveis em 100 municípios do país.
“É uma iniciativa muito oportuna na atual conjuntura económico-financeira e que vem dar uma ajuda importante aos agregados familiares que atravessam maiores dificuldades no acesso ao mercado livre de arrendamento e ao mercado de arrendamento social”, explicou Hermínia Moreira.
“Apesar de esta ser uma situação transversal a todo ao país, acredito que este programa poderá aproveitado por algumas famílias do concelho de Paredes, desde que enquadradas nas condições de acesso definidas pelo Governo”, frisou.
No concelho de Paredes, são já para 21 os imóveis integrados neste programa e que podem ser consultados através do portal www.mercadosocialarrendamento.msss.pt.
As suas tipologias variam entre o T1 e o T3, estando distribuídos pelas freguesias de Baltar, Castelões de Cepêda, Cete, Gandra, Madalena, Mouriz, Sobrosa e Rebordosa.
O Mercado Social de Arrendamento dirige-se a classes sociais que, apresentando rendimentos superiores aos que permitem a atribuição de uma habitação social, não apresentam, contudo, capacidade financeira para arrendarem um imóvel em mercado livre.
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