Presidente de Celorico de Basto elogiou a mostra literária da Feira do Livro

Presidente de Celorico de Basto elogiou a mostra literária da Feira do Livro

 

O presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, mostrou-se agradado com a mostra literária presente na VII Feira do Livro. “Esta feira tem muitos e bons livros e decorre num espaço que é uma casa das artes, um centro de saber, o nosso centro cultural inaugurado em 2015, uma casa de visitas com todas as condições para receber este e outros eventos. E este evento em particular mostra que cultivamos o saber, a leitura, a escrita, sobretudo junto dos mais jovens e por conseguinte contribuímos positivamente para que os jovens tenham referências culturais que possam contribuir para um futuro de sucesso, porque quem lê, sabe mais”, disse o autarca, em visita à feira.

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O presidente da autarquia esteve ainda na apresentação do livro de Paulo Moreira, autor de uma coletânea de livros de poemas, que apresentou o livro “Dói-me a vida um pouco”.

“Este livro mostra-nos sobretudo sentimento, muito do que é a alma, a nossa dimensão humana. Escrito por um homem do mundo que passou de algo puramente métrico para algo que transcende a própria alma. Certamente um livro cativante e de grande valor”, transmitiu o autor.

Também Paulo Teixeira autor do prefácio do livro e amigo do autor falou sobre o poeta e o livro com 67 poemas. “Falo de uma pessoa culta e curiosa que descobre a escrita tarde mas que mostra grande potencial. Este é um livro circular que apresenta quatro grandes temas, o onírico, o autobiográfico, a meta poesia e o sentimento metafisico, das crenças. Neste livro o desalento e a felicidade convivem. É um refúgio e ao mesmo tempo um estado máximo de elevação”, referiu.

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Paulo Moreira mostrou-se agradado com a plateia presente. O autor iniciou-se na escrita tardiamente e por isso autointitula-se como “serôdio”. É formado em Economia, trabalhou 35 anos em Londres, estudou Filosofia e agora está a estudar Teologia.

Relativamente à obra poética diz que “todos os livros foram prefaciados por pessoas diferentes e considera o último prefácio melhor “porque tem mais verdade”. A obra é “uma intriga perfeita comigo, uma insurreição interior, uma existência prenha de sentimentos. A escrita poética transcreve a sensibilidade ética e estética, é um ato de pureza interior, de introspeção única que transcende a própria alma”, descreveu.

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No dia 23 a feira recebeu o autor Paulo Santos que apresentou “A Cuscas vai à escola”, um trabalho didático que mistura apicultura com história, com obras direcionadas ao 1º ciclo de ensino básico e que mostram a importância das abelhas no ecossistema. Uma sessão baseada na interação entre autor e alunos assente nos livros “A Cuscas no Castelo de Guimarães” e “A Cuscas na Torre de Belém”. O autor trouxe também mel, uma colmeia com abelhas, um favo, fruta e plantas.

A 25 de maio foi apresentado o livro “O Eleito da Luz” de Marinho Rocha.

A feira do livro termina hoje com o início do festival de teatro amador “Amostra que apresenta a peça “o Chá de São Cornélio” do Grupo de Teatro do Centro Cultural Lordelense – Vila Real.

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